Manaus (AM) volta a registrar a pior qualidade do ar do Brasil em meio a queimadas

Manaus voltou a registrar a pior qualidade do ar do Brasil em meio às queimadas, segundo informações publicadas em 18/10/2026. Os incêndios no Amazonas comprometem a qualidade do ar, principalmente na capital.

As queimadas já duravam dez dias na data da publicação. Segundo a reportagem, os focos estão na zona urbana de Manaus, em áreas rurais do Amazonas e em estados vizinhos.

O governo federal intensificou o combate ao fogo no Amazonas e investiga possíveis origens criminosas dos incêndios. Uma comitiva federal foi a Manaus para avaliar novas estratégias.

qualidade do ar em Manaus

O estado declarou emergência climática e adotou medidas relacionadas ao uso do fogo. A atuação das Forças Armadas, da Defesa Civil Nacional e do Ibama também integra a resposta às queimadas.

Queimadas em diferentes áreas comprometem o ar de Manaus

Segundo a reportagem, os focos de incêndio se espalham por áreas urbanas e rurais do Amazonas, além de estados vizinhos. A abrangência dos registros indica que o problema não está restrito a um único ponto do território.

Na capital amazonense, a qualidade do ar voltou a ser apontada como a pior do país. A avaliação ocorre enquanto as queimadas continuam e afetam especialmente Manaus.

Os incêndios na zona urbana da cidade coexistem com focos em áreas rurais do estado e em territórios próximos. Essa distribuição é a descrita pela reportagem para explicar a dimensão das queimadas que comprometem o ar na região.

Governo intensifica combate e investiga possíveis causas dos incêndios

Entre as medidas estaduais está a proibição do uso do fogo por 120 dias, anunciada após a declaração de emergência climática. O prazo delimita o período em que a prática fica proibida no estado.

As Forças Armadas ampliaram para 16 aeronaves a estrutura destinada ao combate aos incêndios. O aumento integra as ações mobilizadas para enfrentar os focos no Amazonas.

A Defesa Civil Nacional liberou R$ 14 milhões para ajuda humanitária e compra de equipamentos. Os recursos foram destinados a essas duas frentes de apoio relacionadas à resposta às queimadas.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deve embargar áreas atingidas pelo fogo e investigar os responsáveis. A apuração também considera possíveis origens criminosas dos incêndios, conforme informado pela reportagem.

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